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Cristiny On Line
Olá pessoal com cara nova, depois de tanto tempo sem renovar, hoje estou blogando pela primeira vez depois da minha última postagem (ainda estava na Faculdade), ainda estou dando alguns retoques, mas o MAHASTI KALA está de volta com um novo nome: MUNDO BELLY, no qual não vai mais falar de Dançarinas ou bailarinas do ventre brasileiras, pois não estou nem um pouco afim de me meter em problemas com a justiça por qualquer motivo que seja, porém se vocês querem saber mais sobre alguma bailarina brasileira, é só me sugerir nos comentários, no mural de recados e até mesmo na minha comu no orkut, que a pessoa aqui vai tentar chegar de alguma maneira até a fonte para saciar o desejo de informações de vocês. Por falar nisso, eu peço que as senhoritas e senhoras, comentem, postem no mural de recados, ou até mesmo no orkut sobre o que eu coloco aqui, pois eu só posso criar um novo material, se vocês minha queridas me dizerem qual as necessidades de vocês, esse ano eu faço 7 anos que estudo a dança do ventre então eu acho que posso ajudar vocês de alguma forma, o blog conta com uma pasta para downloads de músicas e material para estudo, pretendo fazer alguns videos com sequencias, exercicios e até mesmo alongamentos, mas tudo isso vai depender muito e somente de vocês.
Divirtam-se, estudem e procurem construir uma qualidade e estilo nas sua dança...Até a próxima!!!!
P.S: Eu vou falar de dançarinas internacionais!!!!
Gente com a TPM que estou (TENSÃO PRÉ-MONOGRAFIA), só vou começar a blogar de novo quando eu terminar uma parte dela até lá, busquem, procurem estudar a dança do ventre....beijinhos!!!!

A BOA VIZINHANÇA

Há muito tempo ali morava um Sheik do Aneza que era tão hospitaleiro que eles chamavam-lhe Essaffah, ou Bem Vindo. Um dia, um estranho levantou o seu pau da barraca não muito longe do campo de Essaffah, perto o suficiente para se tornar sua vizinha. O homem era pobre, mas uma vez que era o Sheik estava pronto para proporcionar a todos os que viviam na sua vizinhança alimentos e bebidas e de vestuário a partir de suas próprias lojas, o estranho não tinha nada.
Por sete anos, os dois homens viveram como vizinhos, e para marcar cada ano de sua amizade o Sheik deu-lhe um presente de uma égua puro-sangue. Toda vez que o rapaz fosse bem sucedido, o Sheik daria ao próximo e aos seus filhos uma parte dos despojos. Em suma, no âmbito da protecção Essaffah o humilde viajante aumentou sua posses até que ele tinha três rebanhos de camelos cada cem. Ele era agora um homem rico.
Issaffah teve uma pequena filha, e durante sete anos ela tinha crescido para as mulheres. Magra como um álamo, graciosa como o cervo, que conduz o rebanho, ela percebeu o olhar de um dos filhos do vizinho. Como ele avidamente tinha cortejado ela, passou a perseguir, a caminho do poço e passando as noites fora da sua tenda! Mas a menina recusou-o. O menino era teimoso, no entanto, foi a última vez o pai foi até o pai, perguntando-o que ela poderia fazer. "Uma noite mais e eu vou encontrar uma maneira de salvá-la e salvar o seu nome", disse ela.
Naquela noite, quando o filho do vizinho sussurrou-lhe fora sua tenda, a moça disse: "Espere, mas mais uma noite." Antes do amanhecer do dia seguinte, Essaffah tinha dado a grito para levantar acampamento, e até o amanhecer os animais e os homens já estavam se mudando.
O preço do Orgulho

Uma vez Beduin tinha negócios no mercado do gado de uma cidade. Ele levou sua jovem filho com ele, mas na confusão do local, ele perdeu seu filho e que a criança tinha sido roubado.
O pai contratou um pregoeiro para pregar pelas ruas uma recompensa mil piasters que foi oferecido para o regresso da criança. Embora o homem que detinha o garoto ouviu o pregoeiro, a ganância abriu seu apetite e se ele esperasse, iria ganhar uma soma ainda maior. Então, ele esperou e não disse nada.
No dia seguinte o pregoeiro foi enviado para as ruas de novo. Mas desta vez ele só ofereceu a soma de quinhentos piasters, e não de um milhar. O seqüestrador ainda livre. Para sua surpresa, no terceiro dia o pregoeiro ofereceu mero cem piasters. Ele apressado para regressar ao rapaz e recolher o seu prêmio. Curioso, ele perguntou por que o pai tinha diminuído a soma de dinheiro a partir de dia para dia.
O pai disse: "No primeiro dia o meu filho estava com raiva e se recusou a comer o alimento; que não é assim?" "Sim", concordou o seqüestrador. "No segundo dia ele tirou um pouco, e no último ele pediu pão de sua própria vontade", disse o pai. Tinha sido assim, o seqüestrador concordou. "Bem", disse o pai, "como vou julgá-lo, o primeiro dia o meu filho estava tão refinado como ouro puro. Como um homem de honra, ele se recusou a quebrar o pão com o seu seqüestrador. Fez pigarro Para trazer de volta com o seu orgulho, eu estava disposto a pagar mil piasters. No segundo dia, quando a fome o fez esquecer-se o comportamento de um fidalgo, ele aceitou alimentos em sua mesa, e me ofereceu quinhentos piasters para ele. Mas quando ele tinha sido reduzida para implorar humildemente para a alimentação, seu retorno era valer, mas cem piasters para mim ".

O Bahrein ou Bahrain (por vezes aportuguesado como Barém) é um pequeno estado insular do Golfo Pérsico, com fronteiras marítimas com o Irão a nordeste, com o Qatar a leste e com a Arábia Saudita a sudoeste. A sua capital é Manama.
As ilhas de Bahrein foram sempre compradas e vendidas e cobiçadas desde a antigüidade primeiro devido à sua posição geoestrategica privilegiada na região do Golfo.
De 1521 a 1602, o país foi ocupado pelos portugueses.
Em 1602 e com a ajuda dos ingleses as ilhas foram tomadas pelo Império Persa tornando-se numa sua base estratégica e militar muito importante.
Ahmad bin Khalifa um príncipe oriundo da Arábia Saudita conquistou as ilhas e obteve a sua independência em 1783 do Império Persa.
Vários tratados forçados feitos no séc. XIX determinaram que o arquipélago se transforma-se num protetorado militar e comercial britânico.
O Bahrein conseguiu novamente a independência (saindo da situação colonial de protetorado ocupado militarmente) em 1971 e transformou-se em emirado.
Em 1973, foi promulgada uma constituição, que estabeleceu o regime monárquico tradicional e criou um sistema bicameral de concelhos, um concelho consultivo e um concelho dos representantes.
O Bahrein é uma monarquia absolutista com um primeiro-ministro e um gabinete integralmente apontados pelo Monarca.
O actual primeiro-ministro (que se mantém inalterável desde 1971) bem como a totalidade do gabinete são da família real.
Este estado tem órgãos bicamerais compostos por um conselho consultivo e um conselho dos representantes, na teoria estes dois conselhos dever-se-iam equilibrar um ao outro, mas na pratica o primeiro tem completa ascedência sobre o segundo, gerando algumas tensões entre a maioria da população que se opõe à monarquia governante e à minoria que a apoia.
O Bahrein é um arquipélago de trinta ilhas e ilhotas que fica no Golfo Pérsico, a leste da Arábia Saudita e a noroeste do Qatar. A maior das ilhas é a dhkle Bahrein, com 16km de extensão no sentido leste-oeste e 48km no sentido norte-sul. A ilha principal é unida ás pequenas ilhas de Muharraq e Sitra por uma estrada. Em 1986 uma ponte que liga Bahrein à Arábia Saudita foi inaugurada. A superfície total do país é de 692km².
A altitude máxima no arquipélago barenita é a colina de Jabal Dukhan, com 130m, e que fica na ilha principal. O clima no país é árido, com temperaturas elevadas no verão, superando uma média de 28º C, e moderadas no inverno, com média de 21º C. As precipitações de chuvas não passam oitenta milímetros anuais, e se concentram no inverno. A escassez de água não impediu que as ilhas tenham algumas culturas de irrigação em torno dos mananciais na costa norte do país. O arquipélago possui cerca de 200 espécies vegetais. A fauna é formada por mamíferos, como a gazela, a lebre e o mangusto.
A produção e o refinamento de petróleo responde a aproximadamente por 60% das exportações, 60% dos rendimentos do governo local e 30% do PIB. Com uma rede desenvolvida de transporte e comunicação, Bahrein sedia diversas firmas multinacionais com negócios no Golfo.
Em 1932, foi descoberto petróleo em Awali, no centro da ilha de Bahrein. A extração do óleo era controlada por petrolíferas norte-americanas, mas passou em grande parte para a administração da BAPCO (Bahrein Petroleum Company). A extração de gás natural e petróleo adquiriu fundamental importância ao país. O arquipélago se tornou centro produtor e ponto de refinação e embarque do óleo cru vindo da Arábia Saudita, que o envia por um oleoduto submarino.
Com a renda do petróleo, diversos projetos industriais em outros segmentos estão em andamento, nas áreas de cimento, alumínio e construção naval. As antigas atividades piratas dos nativos foram substituídas pelo tráfego de frota mercante moderna. O desenvolvimento das atividades bancárias e de serviços transformou Bahrein num dos principais centros financeiros e comerciais do Médio Oriente. Esta situação é exemplificada por uma moderna rede de comunicações e pelo aeroporto internacional situado na ilha de Muharraq.
O uso das águas subterrâneas possibilita a prática da horticultura, porém, em quantidade insuficiente para atender toda a população. A tradicional coleta de ostras perolíferas quase desapareceu, em detrimento da menor rentabilidade que a cultura oferece perante a competição das pérolas cultivadas.
Entretanto, o desemprego, especialmente entre os jovens, e a deterioração dos lençóis subterrâneos de água são as principais preocupações nacionais a longo prazo.
Dança da Bengala

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Chamada de dança folclórica. É uma dança realizada no Oriente Médio pelas mulheres muçulmanas.A bengala representa a orientação. Nos primórdios a bengala era utilizada por homens pastores (como é até hoje), mas quando eles tinham que ir para a guerra deixavam a missão do pastoril para suas mulheres e filhos e quando voltavam das batalhas percebiam que o número de ovelhas aumentava e eram bem saudáveis, então os homens da tribo injuriados demonstravam com a bengala sua destreza com as mãos, só que as mulheres dançavam utilizando as mesmas com mais graciosidade e sensualidade e neste campo os homens não podiam competir. |
AS PIRÂMIDES DO EGITO
As pirâmides são estruturas monumentais construídas em pedra e têm uma base retangular e quatro faces triangulares (por vezes trapezoidais) que convergem para um vértice. Acredita-se que as pirâmides do Egito Antigo eram edifícios funerários, embora alguns especialistas acreditem que além de servirem de mausoléus eram também templos religiosos. Foram construídas há cerca de 2.700 anos a.C., desde o início do antigo reinado até perto do período ptolomaico. A época em que atingiram o seu apogeu, o período das pirâmides por excelência, começou com a III dinastia e terminou na VI dinastia (2686-2345 a.C.).
Não eram consideradas estruturas isoladas mas integradas num complexo arquitectónico. Foram encontradas cerca de 80 pirâmides no Egipto mas a maior parte delas estão reduzidas a montículos de terra.
A construção das pirâmides sofreu uma evolução, desde o monte de areia de forma rectangular que cobria a sepultura do faraó, na fase pré-dinástica, passando pela mastaba, uma forma de túmulo conhecida no início da era dinástica. Foi Djoser, o fundador da III dinastia, quem mandou edificar uma Mastaba inteiramente de pedra. Tinha 61 m de altura e 6 degraus em toda a volta, 109 m de norte a sul e 125 m de leste a oeste. As pirâmides têm uma estrutura subterrânea complexa, composta de corredores e salas onde a sala funerária é cavada no solo. Depois da IV dinastia, as pirâmides entram na sua fase clássica com a construção da ampla e maravilhosa necrópole de Gizé, na margem esquerda do Nilo, não longe do Cairo. As maiores pirâmides egípcias são as dos faraós Quéops, Quéfren e Miquerinos em Gizé. São famosas também as pirâmides astecas, que se destinavam à prática religiosa e atestam a competência técnica desse povo. As pirâmides de Gizé são uma das Sete maravilhas do mundo antigo.


COCEK/SERTO
Na antiga Macedônia, hoje região onde
geograficamente se localiza o pais da Romênia, “Cocek” é a sua
denominação. Já na Grécia, é conhecido pela denominação de “Serto” onde
é usado em danças folclóricas.
Cocek / Serto ( compasso 4/4 )
DUM tátá táTáka....
http://www.4shared.com/dir/8507218/f6aca0f3/Rtimos_para_estudo.html

Exceto por algumas cidades e oásis significativos, o clima árido tem sido um obstáculo histórico ao estabelecimento de comunidades na Península Árabe. Povos de várias culturas tem vivido na península ao longo de mais de 5000 anos. A cultura Dilmun, ao longo da costa do Golfo, era contemporânea dos sumérios e os antigos egípcios, e a maior parte dos impérios do mundo antigo estabeleceu trocas comerciais com os estados da península.
A fundação do Islã por Maomé na década de 620 da era atual e a subsequente importância religiosa das cidades árabes de Makkah (Meca) e Medina concederam aos governantes desse território considerável influência além da península.
O Estado Saudita surge na Arábia Central em 1744. Um chefe local, Muhammad bin Saud, uniu forças a um reformador do Islã, Muhammad Abd Al-Wahhab, para criar uma nova entidade política. Por quase 150 anos, as riquezas da família Saud cresceram ou se perderam diversas vezes enquanto os chefes Saudis lutavam com o Egito, com o Império Otomano, e outras famílias da Arábia pelo controle da península. O moderno Estado Saudita foi fundado pelo último Rei Abdul Aziz Al-Saud (conhecido internacionalmente como Abdul Aziz Ibn Saud).
Em 1902, Abdul Aziz Ibn Saud capturou Riyadh, a capital ancestral da dinastia de Al-Saud à família rival Rashid . Continuando estas conquistas, Abdul Aziz subjugou Al-Hasa, o resto do Nejd e do Hijaz entre 1913 e 1926. A 8 de Janeiro de 1926 Abdul Aziz Ibn Saud torna-se Rei do Hijaz. A 29 de Janeiro de 1927 ele tomou o título de Rei do Nejd (seu título Nejdi anterior era de Sultão). Pelo Tratado de Jedda, assinado a 20 de Maio de 1927, o Reino Unido reconheceu a independência do reino de Abdul Aziz (então conhecido como Reino de Hijaz e Nejd). Em 1932, estas regiões foram unificadas como o Reino da Arábia Saudita. A descoberta de petróleo em 3 de Março de 1938 transformou o país.
Jordânia, o Iraque, e o Kuwait foram estabelecidas por uma série de tratados negociados nos anos de 1920, que criaram duas "zonas neutras" -- uma com o Iraque e outra com o Kuwait. A zona neutra Saudita-Kuwaitiana foi administrada conjuntamente em 1971, com cada Estado partilhando igualitariamente os recursos petrolíferos da zona. Tentativas de acordo para o compartilhamento da zona neutra Saudita-Iraquiana chegaram a um termo em 1981, sendo finalizadas em 1983. A fronteira sul do país com o Yemen foi parcialmente definida em 1934 pelo Tratado de Taif, pondo fim a uma breve guerra fronteiriça entre os dois Estados. Um tratado adicional assinado em Junho de 2000 delineou porções da fronteira com o Yemen. A localização e status da fronteira da Arábia Saudita com os Emirados Árabes Unidos não está finalizada; a fronteira de facto reflete um acordo de 1974. A fronteira entra a Arábia Saudita e o Qatar foi definida em Março de 2001. A fronteira com Oman ainda não está demarcada.
O Rei Abdul Aziz morreu em 1953 e foi sucedido pelo seu filho mais velho, Saud, que reinou por 11 anos. Em 1964, Saud abdicou em favor de seu meio-irmão, Faisal, que havia servido como Ministro do Exterior. Em função de dificuldades fiscais, o Rei Saud foi convencido a delegar, em 1958, a condução direta dos assuntos do governo Saudita a Faisal como primeiro-ministro; Saud retomou brevemente o controle do governo entre 1960 e 1962. Em Outubro de 1962, Faisal lançou um vasto programa de reformas que enfatizava o desenvolvimento econômico. Proclamado Rei em 1964 por membros mais velhos da família real e por líderes religiosos, Faisal continuou servindo também como primeiro-ministro. Esta prática tem sido utilizada pelos reis subseqüentes.
A metade dos anos de 1960 trouxe pressões externas geradas por divergências entre a Arábia Saudita e o Egito com relação ao Yemen. Quando a guerra civil eclodiu em 1962 entre iemenitas realistas e republicanos, forças egípcias entraram no Yemen para apoiar o novo governo republicano, enquanto a Arábia Saudita auxiliava os realistas. As tensões diminuíram apenas após 1967, quando o Egito retirou suas tropas do Yemen.
Apesar das forças sauditas não terem participado da Guerra (Árabe-Israelense) dos Seis Dias em Junho de 1967, o governo saudita proveu posteriormente o Egito, a Jordânia e a Síria com subsídios anuais apoiando suas economias. Durante a guerra árabe-israelense de 1973, a Arábia Saudita participou do boicote do petróleo árabe aos Estados Unidos e aos Países Baixos. Como membro da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), a Arábia Saudita juntou-se a outros países-membros elevando moderadamente o preço do petróleo em 1971. Após a guerra de 1973, o preço do petróleo subiu substancialmente, aumentando de forma dramática a riquesa e a influência política da Arábia Saudita.
Em 1975 o Rei Faisal foi assassinado por um sobrinho que veio a ser executado depois que uma extensa investigação concluiu que ele havia agido sozinho. Faisal foi então sucedido por seu meio-irmão Khalid tanto como príncipe quanto como primeiro-ministro; o outro meio-irmão de ambos, Príncipe Fahd foi nomeado Príncipe Herdeiro e Principal Primeiro Ministro. O Rei Khalid delegou ao Príncipe Herdeiro Fahd a responsabilidade de supervisionar vários aspectos dos assuntos internacionais e domésticos do governo. O desenvolvimento econômico continuou rapidamente durante o reinado do Rei Khalid e o reino assumiu um papel mais influente tanto na política regional como nas áreas de assuntos fincanceiros e da economia internacional.
Em Junho de 1982 o Rei Khalid faleceu e Fahd tornou-se rei e primeiro ministro numa suave transição. Um outro meio-irmão, Príncipe Abdullah, Comandante da Guarda Nacional Saudita, foi nomeado Príncipe Herdeiro e Principal Primeiro Ministro. O irmão do Rei Fahd, Príncipe Sultan, então Ministro da Defesa e da Aviação, tornou-se Vice-Primeiro Ministro. Sob o Rei Fahd, a economia saudita ajustou-se a divisas petroleiras muito mais baixas resultantes do declínio do preço global do petróleo. A Arábia Saudita apoiou a navegação neutra no Golfo durante períodos da guerra Irã-Iraque e ajudou a economia do Iraque exausto pela guerra. O Rei Fahd empenhou um papel importantíssimo na realização do cessar-fogo de Agosto de 1988 entre o Iraque e o Irã assim como na organização e no fortalecimento do Conselho de Cooperação do Golfo (abrev. em inglês GCC), um grupo de seis países árabes dedicados à implementação da cooperação econômica regional e do desenvolvimento pacífico.
Em 1990-91, o Rei Fahd desempenhou um papel-chave antes e durante a Guerra do Golfo: A Arábia Saudita acolheu a família real kuwaitiana além de 400,000 refugiados e ao mesmo tempo permitiu a colocação de tropas ocidentais e árabes em seu território para a liberação do Kuwait no ano seguinte. A ação do Rei Fahd também consolidou a coalizão das forças contra o Iraque ajudou a definir o tom da operação como um esforço multilateral para o restabelecimento da soberania e da integridade territorial do Kuwait. Agindo como um ponto de encontro e porta-voz pessoal da coalizão, o Rei Fahd ajudou a reunir os aliados de seu país no GCC, aliados ocidentais e árabes, assim como nações não-alinhadas da África e as democracias emergentes da Europa Oriental. Ele usou sua influência como Guardião das Duas Mesquitas Sagradas para persuadir outras nações Árabes e Islâmicas a juntarem-se à coalizão.
O Rei Fahd sofreu um infarte em Novembro de 1995. Desde 1997, o príncipe herdeiro Abdullah da Arábia Saudita assumiu muitas das responsabilidades rotineiras da condução do governo.
Uma população crescente, a exaustão dos recursos hídricos, e uma economia muito dependente da exportação e do preço do petróleo são as principais preocupações do governo.
Meleah Laff (por Samya-Ju)

O Meleah Laff é dançado no Cairo ou na Alexandria e significa ''véu enrolado''. É uma dança divertida e graciosa onde a bailarina usa um véu preto, de corte arredondado com pastilhas bordadas, cobrindo todo o corpo e depois vai usando o mesmo como uma exarpe numa brincadeira de ''mostra e esconde'' o corpo. A bailarina que dança Meleah usa um vestido de verão curto com babados e enfeites coloridos, o xador no rosto e a tiara de flores são acessórios importantes, mas não essenciais. A música pode ser umas moderna ou as mais usadas.
Na década de 40, a cidade de Alexandria era a capital de veraneio do Egito. Turistas eram atraídos pelas praias e balneários elegantes. Nessa época, o meleah (lenço preto) estava na moda e compunha o vestuário das mulheres. O clima quente obrigava-as a usarem vestidos leves e o lenço preto deveria protegê-las de olhares maliciosos. Ao dançar, elas o utilizavam como um instrumento de sedução, alternando o ''esconde e mostra''.
Para entender as diferenças entre o Meleah dançado no Cairo e o dançado na Alexandria, é importante perceber as diferenças entre as mulheres das duas cidades. As moças de Alexandria são conhecidas em todo o país pela beleza. Independentes, costumam ''andar'' sozinhas devido à ausência prolongada dos homens locais (devido ao trabalho), portanto elas se defendem dos turístas que invadem sua praia em busca de diversão. Por isso, o Meleah da Alexandria é mais discreto e o lenço trabalhado cuidadosamente. As músicas apresentam um momento especial para a dança masculina de Port Said (espécie de disputa com punhais afim de demonstrar virilidade e habilidade marcial) e as letras falam do mar, construindo assim um retrato da vida dessas pessoas. A interação das pessoas com o mar (representado fisicamente por um longo véu) e o flerte sutil dos grupos masculinos e femininos é bastante representado nessa dança. Agora vamos ao Cairo, onde as mulheres são modernas, agitadas e mais liberais. Essas mulheres costumam freqüentar o mercado de Khan el Khalili. O Meleah do Cairo pode ser definido como uma dança engraçada e fanfarrona. É comum as bailarinas girarem o meleah no ar , rodar as pontas alternadamente, amarrá-lo no quadril e até mesmo jogá-lo de lado, afinal, não há preocupação em exibir o corpo nesse contexto.
ARGUILE (NARGUILÉ) ou SHISHA

Arguile (Narguilé como alguns falam) ou "shisha" ou goza, como é conhecido no Egito ou países do Norte da África, é um cachimbo de água.
Além desse nome, de origem árabe, também é chamado de hookah (na Índia e outros países que falam inglês), narguilê, narguila, nakla etc. Há diferenças regionais no formato e no funcionamento, mas o princípio comum é o fato de a fumaça passar pela água antes de chegar ao fumante. É tradicionalmente utilizado em muitos países do mundo, em especial no Norte da África, Oriente Médio e Sul da Ásia.
Há um fumo especial para arguiles, usualmente feito com tabaco, melaço (um subproduto do açúcar) e frutas ou aromatizantes. Os aromas são bastante variados; encontra-se de frutas (como pêssego, maçã verde, coco), flores, mel, e até mesmo Coca-Cola. Embora também seja possível encontrar fumos não-aromatizados, estes progressivamente perderam espaço para os aromatizados, que hoje são muito mais populares.
Quando se aspira o ar pelo tubo, reduz-se a pressão no interior da base; isso faz com que ar aquecido pelo carvão passe pelo tabaco, produzindo a fumaça. Ela desce pelo corpo até a base, onde é resfriada e filtrada pela água, que retém partículas sólidas. A fumaça segue pelo tubo até ser aspirada pelo usuário. O mais usual é que a fumaça não seja tragada.
O arguile tem como origem o Oriente. Uma das versões é a de que o arguile teria sido inventado na Índia do século XVII, pelo médico Hakim Abul Fath, como um método para retirar as impurezas da fumaça. Quando chegou à China, passou a ser utilizado para fumar o ópio, e assim permaneceu até a revolução comunista, no fim da década de 40. Na mão dos árabes, o cachimbo de água foi rapidamente incorporado para ser apreciado em grupo, acompanhado de café e prosa. Existem evidências históricas de arguiles na Pérsia (atual Irã) e na Mesopotâmia. As peças mais primitivas eram feitas com madeira e um coco que fazia o lugar do corpo (o nome origina-se do persa nārgil, que significa "coco"). Com o desenvolvimento das civilizações e as expansões territoriais (principalmente dos países europeus), o arguile, já similar ao que conhecemos hoje (com base de cerâmica ou porcelana e corpo de metal), começou a ser divulgado, e trazido junto com especiarias como cravo e canela.
As cruzadas também auxiliaram a espalhar o arguile pelo mundo, quando os guerreiros sobreviventes traziam-no para seus países. No Brasil, o arguile foi trazido por alguns imigrantes europeus, e divulgado pelas colônias turca, libanesa e judaica.
O uso do narguilé envolve riscos à saúde, como acontece com todos os produtos derivados de tabaco. Há controvérsia, no entanto, se esses riscos são maiores ou menores que aqueles associados aos cigarros.
A Organização Mundial de Saúde afirma que a fumaça do arguile contém inúmeras toxinas que podem causar câncer do pulmão, doenças cardíacas e outras.
Uma Baforada de História - Turquia
Uma das tradições mais antigas da Turquia é o arguile (hookah ou shisha, como é conhecido no Egito), que homens e mulheres têm imenso prazer em fumar. O arguile iniciou toda uma nova cultura que durou por muitos e muitos anos. Até hoje o arguile oferece divertimento a uma diferente casta de fumantes.
O utensílio original veio da Índia, primitivo e feito com a casca do coco. Sua popularidade se estendeu até o Irã e, de lá, para o resto do mundo Árabe. Foi na Turquia que esta forma diferente de fumar completou sua revolução e não mudou seu estilo pelos últimos cem anos.
O arguile se tornou um ritual muito importante nas lojas de café, fazendo sucesso na Turquia, por volta dos tempos de Murat IV (1623-1640). O prazer que os fumantes obtinham através desse simples mas belo aparato era incrível.
Regras foram criadas até mesmo para acender o cachimbo, e se um fumante profissional visse qualquer pessoa fazendo isto de forma incorreta, logo faria a repreensão: "Faça um favor ao sagrado arguile e a você mesmo, e apague os carvões soprando-os."
O narguilé consiste de 4 peças:
* AGIZLIK (bocal)
* LÜLE (topo do arguile)
* MARPUÇ (o cano)
* GÖVDE (corpo do cachimbo, que é preenchido com água)
Todas as peças eram produzidas por artesãos. O jarro de vidro onde colocamos a água, geralmente era decorado com motivos florais. Alguns feitos em prata e outros em cristal. Os bocais de âmbar, não continham germes.
Nem todos os tabacos eram qualificados para o uso no arguile e apenas o escuro, importado do Irã, encontrava preferência entre os usuários do arguile. Este tabaco era lavado muitas vezes antes do uso e era extremamente forte. Só se usava carvão feito de carvalho sobre esse tabaco. Alguns fumantes profissionais usavam certas frutas como cerejas ou uvas no seu "goude", apenas para apreciar o movimento que elas criavam na água. Outras pessoas apreciavam adicionar suco, romãs, ou óleo de rosas para dar sabor a sua água.
Os fumantes de arguile detestavam que alguém acendesse cigarro no fogo do seu arguile, pois sentiam que isso atrapalhava o ritmo do queimar do carvão. Era visto com grande desdém tal ato e quase ninguém ousava transgredir as regras.
O arguile foi tão popular e na moda com as mulheres de elite do século XIX e início do século XX , que se tornou "in", ser fotografada com um arguile. Se a mulher quisesse ser uma anfitriã das melhores, deveria ter um arguile preparado, pois essa atividade tinha um lugar de honra nos chás de tarde e encontros intelectuais.
Como a maioria das coisas do passado, com a disponibilidade dos cigarros, o arguile entrou em declínio. Mas inda hoje é possível encontrar um tipo especial de fumante que só encontra prazer fumando arguile.
fonte: Turkish Daily News 3/3/1997
Fonte: Khan el Khalili

O Ciftetelli
Existem muitas controvérsias à respeito da devida
origem desse ritmo. Alguns acreditam que seja originário da Turquia
principalmente pela etmologia da expressão. Outros porém acreditam que o
Ciftetelli advém da antiga Grécia. De fato, estas contradições são
perfeitamente normais, uma vez que ritmos grego e turco muito se
confundem através do tempo.
Trata-se portanto de um ritmo bastante complexo,
deixando o percussionista livre para apresentar inúmeras variações.
É usado primordialmente no âmbito da música árabe
para acompanhar solos instrumentais de Tacksim (improvisação) de
instrumentos como o Alaúde, o Kanun, o Violino, o Mejwiz etc.. .
Ciftetelli ( compasso 8/4 )
DUM tákátá tá tákáDUM tá ká DUM DUM tá
DUM káKÁ DUMKÁ DUM DUM ká
DUM kákátákátá kákátákátá ká DUM DUM TÁ ( Estilo Fuad
Haidamus)
http://www.4shared.com/dir/8507218/f6aca0f3/Rtimos_para_estudo.html